sexta-feira, 29 de maio de 2009

Criança e cachorro




A maioria das crianças eu disse maioria, gosta de animais, o seu preferido o cachorro.
Assim, caso não tenham um em casa, começam a pedir o animalzinho para lhe fazer companhia,
Mesmo com todos os contras de se ter um animal em casa principalmente se moradores em apartamento, e os cuidados que este requer os pais acabam cedendo a apelação do filho, alguns por sentimento de culpa,muitos por trabalham e não dão ao filho atenção devida, achando assim uma forma de compensar sua ausência .
Normalmente pegam um filhote recém desmamado para que este cresça na companhia do filho, ai começa o problema para o coitado do animal, e toda família.
O cachorro que agora feliz, com um lar família, comida abrigo passa a ser o irmão do filho da casa, assim o animal se sente, mas a criança não o sente desta forma, o vê como um brinquedo que interage com ela,
Coitado do bicho, ela pega no colo, dar banho, corre, aperta, beija, vesti, entope de comida etc. e na hora de limpar suas necessidades fisiológicas não quer.
Ai a vida de cão começa literalmente, para o recém chegado membro da família...
Tem cães que são de temperamento dócil, mas outros nem tanto, e outros de tantos a os que a ser solicitado a brincar e não ter sossego, quando a criança chega perto rosna ou apavorado se esconde, para não falar que tem crianças que são de temperamento agressivo, onde o animal passa por seções de pura tortura.
Certa feita eu com meu sentimento de culpa já citado anteriormente dei de presente a minha filha um cachorro branquinho cujo o nome veio na hora Floquinho devido ao pelo
O cachorro lindinho chegou manso, mas no final de semana já estava a morder, não me dei conta que o bicho não estava agüentar o excesso de carinho recebido, coitado do bicho.
Por volta de quatro da tarde estava a dormir, acordo com o bicho aos gritos, saio correndo na direção dos latidos e deparo-me com minha filha que me olha rapidamente e diz:
- ele mordeu primeiro. Ela havia mordido o cachorro acredite ou não.
Depois de muito relutar tivemos que arrumar um novo lar para o Floquinho , o bicho não agüentou mais nossa companhia e hoje ainda vivo esta feliz em seu novo lar..
Bicho é bicho não é brinquedo tem sentimentos e devemos respeitá-lo.
Assim pensem muito antes de dar um animalzinho para seu filho lembre-se disso.

Sandra Mello-flor

fotos
















terça-feira, 17 de março de 2009

fotos de cães fofuxos





idade do cão

aumente o companheirismo entre seu cão

O Agility é uma atividade educativa e esportiva que aumenta o companheirismo entre o cão e seu dono. Surgiu na década de 70, a princípio como entretenimento para o público que assistia o "Crufts Dog Show", que é a maior exposição de cães da Inglaterra. Hoje é considerado um esporte e ocorre no mundo todo.

Pode ser praticada por qualquer tipo de cão, não importando o tamanho ou raça do animal, apenas respeitando as limitações de cada amigo. A idéia é que os cães transponham diferentes obstáculos, dispostos em um percurso com vários níveis de dificuldade, visando a melhoria de sua agilidade e, por conseqüência, saúde, obediência e inteligência.

O Agility consiste em fazer o cão percorrer um circuito de obstáculos no menor tempo possível e com o menor número de faltas. Alguns obstáculos presentes nas provas são: salto, mesa, passarela, gangorra, rampa, slalom, túnel aberto, pneu, túnel fechado e muro.

É um esporte reconhecido mundialmente. Os competidores podem participar de Matches e Campeonatos Oficiais com âmbitos Estadual, Nacional, Continental e Mundial.

O condutor, que pode ser o próprio dono do animal, não pode ter contato físico com o animal nem através de guias. Não é permitido que o condutor leve nada nas mãos que possa chamar a atenção do cão. O condutor percorre todo o circuito com o cão orientando-o para que não cometa nenhuma falha. Se as regras não forem seguidas, a dupla condutor/cão será desclassificada. A dupla não conhece o percurso, que será determinado pelo juiz, até o momento da prova. O condutor fará um prévio reconhecimento do percurso antes da prova ser iniciada. O Agility não é uma prova de velocidade, mas sim de habilidade. Por isso, as faltas nos obstáculos são mais importantes do que as faltas de tempo. O cão deverá completar todos os obstáculos sem pular etapas respeitando o circuito definido pelo juiz. BayAgility

É como a turma da Bayer batizou as apresentações de Agility que realiza em diversos lugares do Brasil. Com elas, a Bayer incentiva outros cães a também praticar esportes e levar uma vida mais saudável.

Apesar de seguir as mesmas regras que uma competição tradicional de Agility, a Turma da Bayer se apresenta em uma pista personalizada.

comportamento do cão

Os cães são amigos de estimação maravilhosos e merecem todos os cuidados. Para que possamos ter uma convivência saudável com eles é importante conhecermos algumas questões comportamentais.
Todos os cães domésticos, Canis familiaris, descendem do lobo que vive em matilha. A matilha é uma unidade social que tem uma organização, que tem regras sociais baseadas principalmente na hierarquia, ou seja, no líder ou dominante, e nos submissos. O líder, que é chamado de líder-alfa, também pode ser um casal-alfa; estes resolvem as divergências com sua autoridade para que haja mais harmonia na matilha.

Cada vez mais os cães são considerados membros da família. Para o cão, a família humana será a sua "matilha" e nela ele procurará encontrar um líder, ou um dominante. Assim, o melhor é que o proprietário faça o papel de "dominante", uma vez que é ele quem deve orientar o comportamento do animal dentro da família, impondo os limites. O cão terá em seu dono a imagem de "líder da matilha".
O comportamento do cão pode ser estudado sob diversos aspectos. Para conhecer melhor seu amigo, destacamos algumas classes do comportamento canino:

Comportamento social

Começa ao nascimento, passa pelos estágios de socialização e torna-se mais complexo à medida que o amigo de estimação passa por estágios de maturação comportamental e interage com grupos diversos, desenvolvendo relações de dominância ou de subordinação.

O desenvolvimento do comportamento social dos filhotes pode ser dividido em quatro períodos:

O Período Neonatal vai desde o nascimento até a abertura dos olhos. Nesse período o comportamento resume-se a mamar e dormir. O Período de Transição começa com a abertura dos ouvidos e o filhote começando a perceber os ruídos. O Período de Socialização inicia-se após o período de transição, com três semanas de idade, e termina com aproximadamente 12 semanas. É uma fase muito importante, pois o filhote começará a interagir com o que há ao seu redor, ou seja, com pessoas, com outros animais e com objetos. O quarto, e último período, é o Período Juvenil, que vai de 12 semanas de vida até a maturidade sexual. A "terceira idade" é um capítulo especial do cão geriátrico, uma vez que, nessa fase da vida, o cão é mais vulnerável a todo o tipo de stress, por isso também merece todo amparo e compreensão.

Comportamento comunicativo

Os cães comunicam-se de duas formas: verbal e não-verbal. A comunicação verbal, ou comunicação vocal, corresponde a uma diversidade de sons, como latidos, gemidos, grunhidos, uivos, silvos, rosnados, choros, entre outros. O latido se inicia entre a 2ª e a 4ª semana de vida, dependendo da raça. A comunicação não-verbal corresponde às posturas e os movimentos do cão.

Comportamento alimentar

Inicia-se com o recém-nascido ingerindo leite. Com 4 semanas de vida os filhotes começam a ingerir alimentos semi-sólidos. Os cães desenvolverão preferências, utilizando-se do olfato e do sentido da gustação, dependendo do que lhes seja oferecido durante o seu desenvolvimento. O proprietário deve aconselhar-se com o Médico Veterinário sobre a alimentação mais adequada e deve estar atento a quaisquer distúrbios gastrointestinais e do crescimento.

Para entendermos melhor o cão, além das classes de comportamento citadas acima, devemos também conhecer as particularidades de seu comportamento sexual, comportamento de eliminação, comportamento de locomoção, de agressão e o higiênico.

A convivência com o cão nem sempre é isenta de dificuldades, às vezes está sujeita a desentendimentos. Os distúrbios de comportamento vão de agressividade com os próprios donos, ao ato de pular nas visitas, passando por componentes de ansiedade e medo.

O proprietário disposto a exercer a posse responsável, a dedicar amor e carinho ao seu animal de estimação, deve procurar informar-se sobre as necessidades dele. O filhote, ao ganhar um lar, deve aprender desde pequeno a ter limites e cabe ao dono ensiná-lo corretamente.

Desejando orientações sobre o comportamento de seu animal de estimação, procure o apoio de um profissional especializado.

Conheça um pouco mais sobre adestramento canino.

Algumas curiosidades sobre os cães:

Os cães lambem a água e a língua enrolada para trás funciona como uma concha para levar água à boca. Quando o cão fica ofegante, o faz para amenizar o calor e equilibrar a temperatura corporal. Em geral os machos pesam cerca de 10% mais que as fêmeas da mesma raça. O cão nasce com os olhos e ouvidos selados fisicamente. Os cães da raça Basenji, de origem africana, são os únicos que não latem e gostam de subir em lugares altos, como os gatos. Os cães da raça Greyhound, conhecidos cães de corrida, podem atingir a velocidade de 70 km por hora. O cão foi uma das primeiras espécies de animais a serem domesticadas.

como ensinar o cão (adestrar) ele a fazer cocô e xixi no lugar certo:

Dicas sobre como manter seu cachorro limpo
como (adestrar) o cão a fazer cocô e xixi no lugar certo!

Os cachorros também devem apenas sair de casa se estiverem devidamente vacinados.

Adestrar cachorros a cagarem e mijarem fazerem suas necessidades nos locais adequados assemelhasse ao modo dos gatos.

No caso do cão, você pode usar ao invés de uma caixa, folhas de jornal. Ensine-o a fazer suas necessidades sempre no local onde se encontram as folhas de jornal e certifique-se de sempre colocar as folhas no mesmo local.

Elogie-o com alguma recompensa após ele fazer aquilo que você deseja.

Ao fim de poucos dias, o cão irá fazer suas necessidades automaticamente no cantinho escolhido por você.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

PROTEGER OS ANIMAIS





Media e Governo Português

Petição para chamar a atenção sobre o uso de peles verdadeiras e o sofrimento dos animais.
Petição aos media e governo para dar ao assunto o desenvolvimento e atenção que ele merece.

Considerando que diariamente são mortos centenas, senão milhares de vários animais (Guaxinis, Furões, Chinchilas , Raposas, Martas entre outros) , e considerando as condições nas quais ele são mantidos, criados em repugnantes quintas de peles, em jaulas tendo por fim uma morte brutal para satisfazer o luxo da humanidade, sendo a sua pele utilizada para criar roupas e acessórios de luxo.

Os animais são mantidos em jaulas extremamente pequenas, a maior parte das vezes em condições degradantes em condições de sobrelotação, expostos às condições climatéricas, sem estarem minimamente protegidos do sol, do frio, da neve ou chuva.
Estas condições levam a uma vida em stress em que os animais desenvolvem comportamentos anormais, como por exemplo a auto-mutilação em que roem as patas e a cauda causando ferimentos graves, os movimentos estereotipados em que repetem compulsivamente os mesmos movimentos e o canibalismo em que os animais matam e acabam muitas vezes por comer os outros animais que são mantidos em cativeiro com eles.

Após esta vida em sofrimento e angústia os animais são mortos utilizando métodos horríveis e de tortura sem qualquer tipo de anestesia, métodos como a morte por electrocussão anal e vaginal, por afogamento, por quebra do pescoço, por asfixia, qualquer método serve, por mais horrível que seja desde que não danifique a valiosa pele do animal.
Estes processos são sempre extremamente dolorosos, violentos e cruéis, que acabam com uma vida de sofrimento físico e mental.
Mas este tipo de actividade não se resume à indústria das quintas de peles. Apesar de na União Europeia ser proibida a utilização de armadilhas para captura de animais no meio selvagem, não é esse o caso nos Estados Unidos da América de onde muitos desses acessórios de luxo são importados para a Europa, incluindo Portugal. Sendo de salientar que existem alternativas sintéticas ao uso de peles naturais. Os materiais sintéticos são mais elegantes, confortáveis e quentes do que as peles naturais, razão pela qual se injustifica o uso de peles naturais em países ditos civilizados como o nosso.

Muitas dessas peles são provenientes de animais capturados no seu habitat natural em meio selvagem, são capturados no seu dia a dia em acções que fazem de forma natural todos os dias, por exemplo, pisam armadilhas colocadas em caminhos percorridos por eles normalmente. O dispositivo dessas armadilhas em aço faz com que dentes prendam as patas dos animais, partindo o osso e rasgando a pele e carne ao mesmo tempo que os prende. outro tipo de armadilhas, prende os animais pela cabeça ou dorso, muitas vezes partindo a coluna e pescoço, causando uma agonia terrível devido ao facto de a morte não ser instantânea e muitas vezes terem de esperar dias para serem libertados e finalmente mortos, muitas vezes à paulada, ao pontapé ou por estrangulamento.
Muitos destes animais acabam por roer as armadilhas o que lhes provoca ainda mais ferimentos nas gengivas e dentes, e roem as patas para se puderem soltar acabando por morrer na fuga por perda de sangue em grande agonia.

Essas armadilhas acabam também por vitimar outro tipo de animais, os animais domésticos e outros animais selvagens sem interesse para quem põe as armadilhas que ficam feridos e amputados numa vida de sofrimento.
Já houve também casos de pessoas que pisaram as armadilhas enquanto passeavam no campo.


Apesar de todas as campanhas internacionais que se façam este tipo de indústria parece não ter fim devido à vaidade cruel de pessoas sem sentimentos que vêem neste tipo de acessórios um luxo indispensável na sua vida. Talvez um regresso as suas origens, em que o Homo Sapiens necessitava de caçar animais para extrair peles para a sua sobrevivência.
Também agora é uma luta pela sobrevivência numa sociedade em que valores mais altos que a dignidade humana se sobrepõem, a luxúria.

Não tome parte neste massacre, os animais e a natureza agredecem

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O Cão do Beduino






O poderoso sultão Harum Al-Raschid era conhecido por sua generosidade. Todas as vezes que regressava das suas peregrinações a Meca, dava uma audiência pública e procurava atender a todos que o procurava. Alguns iam a sua presença por simples cortesias; outros, vinham à presença do soberano a fim de pedir-lhe um favor e, não raro notava-se a saída de um beduíno a saltitar com sua bolsa cheia de ouro. Numa destas audiências, chegou à presença do sultão um pobre beduíno, que de tão esfarrapado e sujo incutia compaixão a todos. - Donde vieste? ó beduíno? – Perguntou o Califa. - Emir dos crentes – respondeu o andrajoso árabe, depois de beijar três vezes a terra entre as mãos. Venho do oásis de Kobo, para alem de Nedjed! Kobo ficava no estremo mais longínquo dos domínios do sultão e parecia impossível que um crente viesse de tão longe para visitá-lo. - Diga-me, ó filho do deserto, quanto tempo durou a viagem de Kobo até Bagdá? - Cheique do Islã, respondeu o interpelado, minha viagem durou dois anos e cinco meses. - Que desejas de mim, ó irmão dos árabes? - Príncipe dos crentes, vim a esta audiência, esperançoso de obter de vossa inexcedível bondade um grande favor. Desejo um cão de caça. - Um cão de caça! Exclamou cheio de espanto o Califa. Tu vieste de tão longe, fizeste uma fatigante e perigosa viagem, torturado pela sede e pela fome para, no fim, me pedires um simples cão de caça. Que seja dado o mais belo exemplar a este modesto beduíno. - Comendador dos crentes! Exclamou o beduíno, depois de receber o cão. Não sei como vos agradecer. A vossa generosidade colocou-me porem em serio embaraço. Este animal tão perfeito, tão raro, e para mim tão precioso, que confesso, não sei se poderei tratá-lo com os cuidados que ele merece. - Não seja essa a dúvida, ó beduíno. Vou ordenar que te dêem uma escrava especialmente para cuidar do teu cão. - Príncipe generoso, disse o beduíno, beijando o chão com humildade. Sua generosidade me coloca, mais uma vez, em uma pequena dificuldade. Como poderei voltar para o longínquo oásis de Kobo sem ao menos ter um camelo ou um jumento para carregar o maravilhoso cão e a linda escrava, com que acabo de ser presenteado? - Tens razão, meu amigo – conveio o Califa, ainda de bom humor. Vou dar-te três camelos, cinco jumentos, um cameleiro e um guia hábil para conduzir-te. - Califa do Profeta – exclamou ainda o beduíno. Os vossos benefícios caem sobre minha mísera pessoa como verdadeira benção. Sinto dizer que me encontro em grave apuro. Não sei como alojar, quando chegar a Kobo, o cão, a escrava, o cameleiro, o guia e os animais, se nem uma simples choupana possuo. - A tua observação tem todo o cabimento, tornou o califa. Vou providenciar para que seja adquirido e posto a tua disposição um dos melhores palácios de Kobo! Nele viverás com tua família! - Sombra de Allah na terra – prosseguiu o beduíno. A minha situação é cada vez mais embaraçosa! Como obter recursos para alimentar, durante o meu regresso, o cão, a escrava, o cameleiro e o guia? - É fácil resolver-se este caso, retorquiu já bastante desconfiado o califa. Vou dar-lhe dez mil dinares de ouro. - Rei afortunado! – ajuntou logo a seguir o beduíno. A minha situação torna-se aflitiva. Irei atravessar os sete desertos da Arábia com os tesouros que levo sem ter quem me defenda dos bandidos e dos nômades? - Os teus receios são razoáveis e justos, ó beduíno – concordou impaciente o sultão. Vou por a tua disposição uma escolta de 50 soldados da minha confiança. E antes que o aventureiro reclamasse qualquer outra coisa o califa gritou irritado: - E basta, beduíno, basta! Vieste aqui com falsa modéstia pedir-me um cão de caça e levas uma caravana completa. Quem poderia supor, ó filho do deserto, que escondia a tua insaciável cobiça sob os pelos de um rafeiro! E, dizendo isso, encerrou a audiência. Devemos ter muito cuidado com a falsa modéstia. A cobiça é irmã gêmea da hipocrisia.! Do livroMalba Tahan.

O CÃO ACHADO

José Saramago

Vou a um negócio de homens, desta vez tens de ficar em casa, disse Cipriano Algor ao cão, que correra para ele quando o viu aproximar-se da furgoneta. E claro que o Achado não necessitava que o mandassem subir, bastava que lhe deixassem aberta a porta do carro o tempo suficiente para perceber que não o expulsariam depois, mas a causa real da sobressaltada corrida, por muito estranho que possa parecer, foi ter ele suposto, em sua ansiedade de cão, que o iam deixar sozinho. Marta, que saíra para o terreiro conversando com o pai e o acompanhava à furgoneta, tinha na mão o sobrescrito com os desenhos e a proposta, e embora o cão Achado não tenha idéias claras sobre o que são e para que servem sobrescritos, propostas e desenhos, conhece da vida, em todo o caso, que as pessoas que se dispõem a entrar em carros costumam levar consigo coisas que, em, geral, mesmo antes de para eles subirem, atiram para o banco de trás. Instruído por estas experiências, percebe-se que a memória do Achado o tenha levado a pensar que Marta iria acompanhar o pai nesta nova saída da furgoneta. Apesar de estar aqui há poucos dias, não tem dúvidas de que a casa dos donos é a sua casa, mas o seu sentido de propriedade, por incipiente, ainda não o autoriza a dizer, olhando em redor, tudo isto é meu. Aliás, um cão, seja qual for o tamanho, a raça e o carácter, jamais se atreveria a pronunciar palavras tão brutalmente possessivas, diria, quando muito, tudo isto é nosso, e ainda assim, revertendo ao caso particular destes oleiros e dos seus bens móveis e imóveis, o cão Achado nem daqui a dez anos será capaz de ver-se a si mesmo como terceiro proprietário. O máximo a que talvez consiga chegar quando for cão velho é ao obscuro e vago sentimento de participar em algo arriscadamente complexo e, por assim dizer, de escorregadias significações, um todo feito de partes em que cada uma é, ao mesmo tempo, a parte que é e o todo de que faz parte. Idéias aventurosas como esta, que o cérebro humano, grosso modo, é mais ou menos capaz de conceber, mas que logo tem uma enorme dificuldade em trocar por miúdos, são o pão nosso de cada dia nas diferentes nações caninas, quer de um ponto vista meramente teórico quer no que se refere às suas consequências práticas. Não se pense, contudo, que o espírito dos cães é como uma nuvem bonançosa que levemente passa, uma alvorada primaveral de suave luz, um tanque de jardim com cisnes brancos vogando, se o fosse não teria o Achado começado, de repente, a ganir lastimeiro, E eu, e eu, dizia ele. Para responder a tal desgarramento de alma aflita, não tinha achado Cipriano Algor, apreensivo como ia pela responsabilidade da missão que o levava ao Centro, melhores palavras que desta vez ficas em casa, o que valeu ao angustiado animal foi ter visto Marta dar dois passos atrás depois de ter entregado o sobrescrito ao pai, assim ficou o Achado ciente de que não o iriam deixar sem companhia, na verdade, mesmo constituindo cada parte, de per si, o todo a que pertence, como cremos que já deixámos demonstrado por a + b, duas partes, desde que estejam unidas, fazem muita diferença no total. Marta acenou ao pai um cansado gesto de adeus e voltou para casa. O cão não a seguiu logo, ficou à espera de que a furgoneta, depois de descer a ladeira para a estrada, desaparecesse por trás da primeira casa da povoação. Quando daí a pouco entrou na cozinha, viu que a dona estava sentada na mesma cadeira em que tinha trabalhado durante estes dias. Passava os dedos pelos olhos uma , e outra vez como se precisasse de aliviá-los de uma sombra ou de uma dor. Decerto por estar no tenro verdor da mocidade, Achado não teve ainda tempo de adquirir opiniões formadas, claras e definitivas sobre a necessidade e o significado das lágrimas no ser humano, no entanto, considerando que esses humores líquidos persistem em manifestar-se no estranho caldo de sentimento, razão e crueldade de que o dito ser humano é feito, pensou que talvez não fosse desacerto grave chegar-se à chorosa dona e pousar-lhe docemente a cabeça nos joelhos. Um cão mais idoso, e por essa razão, supondo que a idade está obrigada a suportar culpas duplicadas, mais cínico do que o cinismo que não pode evitar ter, comentaria com sarcasmo o afectuoso gesto, mas isso deveria ser porque o vazio da velhice o teria feito esquecer-se de que, em assuntos do coração e do sentir, sempre o demasiado foi melhor que o diminuído. Comovida, Marta passou-lhe devagar a mão pela cabeça, acariciando-o, e, como ele não se retirava e continuava a olhá-la fixamente, pegou num carvão e começou a riscar no papel os primeiros traços de um esboço. Ao princípio, as lágrimas impediam-na de ver bem, mas, pouco a pouco, ao mesmo tempo que a mão ganhava segurança, os olhos foram aclarando, e a cabeça do cão, como se emergisse do fundo de uma água turva, apareceu-lhe na sua inteira beleza e força, no seu mistério e na sua interrogação. A partir deste dia, Marta vai querer tanto ao cão Achado como sabemos que já lhe quer Cipriano.

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Extraído de: SARAMAGO,

ANIMAL E SEU SENTIMENTO

Fui criado pelo mesmo Deus que criou você.
Sinto frio, fome, sede, medo, dor, assim como você.
Por favor, não me use para se divertir, não me exponha ao ridículo, não me humilhe, não me maltrate e nem abuse de mim. Só o que quero é sua amizade e carinho.
Não peço que goste de mim, mas somente que me respeite.
Olhe nos meus olhos e depois olhe nos seus e verá como somos parecidos. No meu olhar você pode ver doçura, alegria, tristeza, desespero, amor ou sofrimento, e isso eu também posso ver no seu olhar!
Por capricho do nosso criador, não posso falar e nem me defender da brutalidade e crueldade dos seus semelhantes, mas se eu pudesse falar agora, diria a todos que eu também mereço viver e sou digno de respeito, assim como você....
Com carinho
Um animal

B GANHA BEIJINHO



domingo, 7 de setembro de 2008

NO MATO SEM CACHORRO-CONTO


NO MATO SEM CACHORRO - Crônica
jjLeandro · Araguaína (TO) · 28/5/2008
Precisava de um cão para levar à fazenda. Pela ausência de um, o lobo comera as galinhas poedeiras. Livres dele, as onças poderiam facilmente rondar a casa. O sono nas madrugadas quentes na varanda, quando o calor no quarto era ameaça de transformar a noite em vigília, seria impossível. E mais: o pastoreio do gado ficaria difícil sem o auxílio dele. Quem tocaria da macega para o pasto limpo as vacas com bezerros que se entocavam no mato fechado e de lá só saíam à custa de selvagens latidos e umas boas mordidas?
Analisando os últimos acontecimentos desastrosos na fazenda, saltava aos olhos que aconteceram pela falta de um bom cão de guarda impondo ordem em volta da casa. Mas não queria comprar um de raça. Andam por hora da morte nas casas veterinárias. Em criatórios particulares os filhotes custam os olhos da cara. E havia ainda um motivo sério para manter distância deles: não adianta levar para o mato um bicho desses; é cheio de vícios e prisioneiro de ração balanceada. A ruptura com uma vida urbana planejada desde o nascimento era a garantia de desambientação e estresse ao cão; por conta disso, os prejuízos ao novo proprietário seriam certos. Após muito matutar em uma solução, acreditei tê-la encontrado.
No dia seguinte iria ao Canil Público. Para lá encaminham os cachorros vagabundos colhidos na rua, os vira-latas acostumados a brigar pela sobrevivência. São cães calejados o suficiente para sentir pouco a troca da cidade pela roça.
Fui bem recebido pelo funcionário. Ele levou-me a uma cela e apontou-me os vários cães disponíveis. Havia deles para todos os gostos, mas queria um talhado para o serviço. O que procurava destacou-se logo à primeira vista. Tinha porte médio e manchas pretas e brancas pelo corpo. O pêlo era curto, a cabeça sempre altaneira como nos bons sentinelas e o olhar arguto de um caçador de jaez.
Não vacilei nem um pouco. Disse ao rapaz, que esperava paciente agarrado às barras de metal da cela:
— Levo este.
Ele balançou a cabeça aprovando a minha escolha.
Quando saíamos pelo longo corredor, passamos diante de outra cela onde um cachorro descansava solitário.
Parei e perguntei ao funcionário:
— Por que está sozinho?
— Esse aí é bruto. Bruto mesmo. Quando estava junto com os outros, de um tapa só, estraçalhou três rivais a mordidas. E olhe que eram maiores que ele.
Não tive dúvidas, como os cachorros eram doados, propus levá-lo também.
Parece que a idéia agradou ao funcionário, pois ele deixou escapar um “Oba”, acrescentando ainda: “Ele se livrou de ir amanhã para o sal”.
No outro dia os dois estavam na fazenda. Rapidinho compreendi que pegara gato por lebre. Os danados não queriam dureza. Alegavam incompatibilidade ao novo trabalho. Aliás, ao primeiro trabalho deles; antes o que faziam era mendigar ou trapacear nas ruas. Quando fui retirá-los do carro, agarraram-se em mim ganindo de medo: “Temos medo de cobra, ai, ai, ai!”
Quando quis levar o cão malhado ao curral para tocar as vacas, acusou de pronto uma doença. Tossiu roufenho “task’, “task”, “task” a fim de convencer-me que era asmático: “Não tenho voz, não conseguirei tocá-las; sinto muito. Além do mais, a poeira do esterco vai sufocar-me”, e foi se esconder entre os sofás da sala.
No dia seguinte, após o almoço, eu cochilava na rede da varanda depois de uma manhã de trabalho duro. Fui acordado pela carreira em que chegou o cão bravo ao pé da rede, vindo do saleiro do pátio. “O que houve?”, saltei da rede assustado. Lívido, ele tinha a cor de uma vaca nelore: “Acho que vi uma onça, era uma onça, sei que era uma”. E botava as patas sobre os olhos, querendo esquecer a visão que tivera. Eu procurei acalmá-lo: “Como era ela, pode dizer?” Ele balançou a cabeça concordando. Levantou as patas dianteiras em forma de arco sobre a cabeça enquanto gemia como um desvalido. “Não era uma onça”, caçoei, caindo na gargalhada. “Juro que era, juro que era”. E reforçou sério a descrição, dizendo a cor da pelagem: “Era branquinha como aquela galinha”, e apontou para uma das galinhas de granja que trouxera com eles para a fazenda. Não pude segurar o riso: “Você viu uma vaca, seu moleirão”. Para mostrar-lhe o que era uma onça, fui à sala e peguei o retrato de uma. Foi mostrar-lhe e ele cair duro com as quatro patas para cima.
Estava definitivamente no mato sem cachorro.


jjLeandro

LEI SOBRE CÃO GUIA NO RGS

As leis Estadual 11.739, de 2002, e Municipal 432 (Capital), de 1999,
autorizam o ingresso em locais públicos e meios de transporte de pessoa com
deficiência visual acompanhada de cão-guia. Em ambas, é reconhecido como
cão-guia o animal portador de certificado de habilitação fornecido por uma
escola filiada à Federação Internacional de Escolas de Cães-Guia.

FRASES FAMOSAS SOBRE CÃES






- Eu amo o cão. Ele não faz nada por razões políticas .
Will Rogers


- Se um cão não vier até você após ter olhado em seu rosto, você deverá ir para casa e examinar sua consciência .
Woodrow Wilson


- Se eu tenho alguma crença a respeito de imortalidade, esta é de que vários cães que eu conheci irão para o paraíso e muito, muito poucas pessoas .
James Thurber


- Se você quiser realmente aproveitar a companhia de um cão, não o treine para ser um 'semi-humano'. Abra seu espírito para a possibilidade de tornar-se, parcialmente, um deles .
Edward Hoagland


- Se o seu cão não gosta de alguém, faça o mesmo .
Desconhecido


- Se excluirmos o fumo e o jogo, veremos com surpresa que quase todos os prazeres de um homem podem ser, e quase sempre são, compartilhados com seu cão.
George Bernard Shaw


- Quanto mais pessoas eu conheço, mais eu gosto do meu cão .
Desconhecido


- Não importa que sejam poucas as suas posses e o seu dinheiro. Ter um cão torna-o rico .
Louis Sabin


- Nenhum homem pode ser condenado por ter um cão. Enquanto ele o tiver, este será seu amigo; e quanto mais pobre ficar, melhor amigo terá .
Will Rogers


- Não há no mundo melhor tratamento psiquiátrico do que um cachorro lambendo seu o rosto .
Ben Williams


- Todos os animais, com excepção do homem, sabem que a urgência da vida é aproveitá-la .
Samuel Butler


- Um cão não é 'quase humano', e não conheço maior insulto à espécie canina do que descrevê-la como tal.
John Holmes


- Lembrem-se do Todo Poderoso, que nos deu o cão como companheiro de nossos prazeres e de nosso trabalho, investindo-o de natureza nobre e incapaz decausar decepções .
Sir Walter Scott


- Em algum lugar, sempre haverá um cãozinho abandonado me impedindo de ser feliz .
Jean Anouilb


- Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações .
Sigmund Freud

- No semblante de um animal que não fala, há todo um discurso que só um espírito sábio é capaz de entender !
Provérbio Indiano

- Todo o cachorro independentemente do seu sexo, é complemento da vida humana. Todo o ser humano deveria experimentar amar um cão , só assim entenderia o que é amor . Todo o ser vivo é uma manifestação da natureza, e a natureza é uma manifestação da vida
Altair Pereira


- A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como seu fosse 'Os Beatles'.
Bill Maher (colunista, escritor e militante pelos direitos dos animais)


- Falai aos animais, em lugar de lhes bater.
Tolstoi


- Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos. A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos.
Dr. Louis J. Camuti


- A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana.
Charles Darwin


- Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma.
Pythagoras


- A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados.
Mahatma Gandhi

- O maior amor é o de mãe, depois o de um cão e depois o da namorada .
Provérbio polaco


- Os cães não são tudo na nossa vida, mas fazem da nossa vida tudo .
Roger Caras


- Os cães são o nosso elo com o paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz .
Milan Kundera


- O grande prazer de um cão é você ser um idiota com ele que, por sua vez, não só não se zangará, como irá se fazer de idiota também .
Samuel Butler


- O dinheiro lhe comprará um lindo cão, mas jamais comprará o abanar do seu rabo .
Henry Wheeler Shaw


- As histórias têm muito mais exemplos da fidelidade dos cães que dos amigos .
Alexander Pope

PROVÉRBIOS SOBRE CACHORROS


Cachorro bão nunca late em vão
Cachorro bom de tatu morre de cobra
Cachorro cotó não passa pinguela
Cachorro de cozinha não quer colega
Cachorro de raça sai à raça
Cachorro de raça, caça
Cachorro mordido por cobra tem medo de lingüiça
Cachorro mordido, todo mundo morde
Cachorro mordido, todos mordem
Cachorro picado de cobra tem medo de lingüiça
Cachorro quando tem medo não late
Cachorro que come ovelha só morto se endireita
Cachorro que come ovelha, só morto se endireita
Cachorro que engole osso, em alguma coisa se fia
Cachorro que enjeita osso, pau nele
Cachorro que foi picado por cobra, tem medo de salsicha
Cachorro que ladra não morde
Cachorro que late não morde
Cachorro que muito late é mau companheiro
Cachorro que muito late não morde
Cachorro velho não aprende novos truques
Cachorro velho não late à toa
Cachorro velho, quando late, dá conselho
Cães grandes nunca se mordem.
Chaves à cintura, cães à lareira.
Cadelas apressadas parem cães tortos.
O cão com raiva a seu dono morde.
Quem com cães se deita, com pulgas se levanta.
Os cães ladram e a caravana passa.
Meter os cães na moita e ficar de fora.
Cão de boa raça, se não caça hoje, amanhã caça.

PORQUE OS CÃES UIVAM



Os cães semelhante como husky, malamute do alaska, samoieda, uivam pra chamar sua atenção por considerar você como integrante do grupo, ou seja, um amigo.
cada uivado é diferente, este que você diz é de alegria porque ele está recebendo carinho, assim, os akitas uivam e ficam rodeando a pessoa. Se você não der atenção eles uivam como se fosse uma criança chorando, se tiver uma cadela no cio por perto é um uivo longo, e assim por diante.
Você deve prestar atenção para aprender o que seu cão está querendo dizer, eles não sabem que nós não traduzimos a sua linguagem, mas podemos aprender a entender.
já tive um akita e era do mesmo jeitinho, tive também um huski e ele uiva mais ainda, se estiver sentindo sua falta e você não der atenção ninguém aguenta a choradeira, ou uivadeira.
comunique-se com seu animais, eles falam da man eira deles.

PORQUE OS CAHORROS LATEM




Para avisar que existe algo estranho ou perigoso por perto.
Para chamar a sua atenção e pedir carinho e companhia.
Porque está entediado, com excesso de energia, ou estressado e tenta se comunicar com outros cães da vizinhança.
Porque está assustado.
Porque aprendeu a latir com outros cachorros (que moram ou não na mesma casa), ou você mesmo o ensinou sem querer, atendendo, brincando, ou dando carinhos quando ele late.
Por condicionamento. Como, por exemplo, latir para o interfone já que sempre chega alguém depois.
Por excesso de estímulos, como quando o cachorro é provocado por pessoas e outros cães que passam pelo portão, ou pela visão de outros animais pela varanda de um apartamento.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

PORQUE O CACHORRO FAZ XIXI NO POSTE


cachorros demarcam território, como os lobos, e fazem isso em postes e árvores porque fica na altura do nariz de um provável invasor do seu território...mas na falta de algo vertical eles podem demarcar pedras ou mesmo o chão da onde vivem.

CÃO DE CAÇA-Terrier Brasileiro


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Terriers são usados exclusivamente para caçar mamíferos. Terriers usualmente são usados para localizar a toca do animal alvo e então capturar ou matar o animal por métodos de força. Muitos dos animais caçados com terrier são pragas. Um exemplo é o Airedale Terrier usado para caçar ratões-do-banhado na Inglaterra.

CACHORRO PERDIGUEIRO- CÃO DE CAÇA

Whippet
Basset Hound



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um cão de caça se refere à qualquer cão que dão assistência à humanos na caça. Tem vários tipos de cães de caça desenvolvidos para muitas tarefas que os caçadores requerem que eles executem. As principais categorias de cão de caça incluem hounds, terriers e perdigueiros. Entre esses existem divisões de acordo com as habilidades que o cão possue.

Caçadores com cães relatam a satisfação que os cães parecem exibir. Exaltação é evidente quando eles vêem os caçadores carregar armas, ir para o campo, e começar a caça.
Categoria principal
Subcategoria
Exemplo Descrição
Hounds
Hounds são usados para perseguir e algumas vezes para matar. Hounds frequentemente caçam em matilhas liderando os caçadores em longas caçadas terminando com a caça sendo encurralada ou morta pela matilha. Muitos animais de pele como o guaxinim, coiote, e predadores grandes são caçados com hounds. Hounds também são dividos em lébreis e sabujos dependendo do senso primário usado para localizar a caça.

Lébreis
Whippet Em geral, lébreis (ou galgos) são cães extremamente rápidos que caçam pela visão.

Sabujos
Basset Hound Sabujos são hounds que caçam primeiramente pelo faro do que pela visão. São geralmente considerados terem os narizes mais sensíveis dos caninos. Muitas são: retrievers, setters, spaniels e pointers.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

PORQUE AS CADELAS SANGRAM NO CIO





As cadelas quando sangram elas estão se preparando para o período fértil delas.
O sangue que sai é por causa da dilatação que a cadela começa a sofrer que pode causar pequenos ferimentos na vagina, e não um sangramento uterino como nas mulheres. É um sangramento vaginal, Algumas cadelas sangram mais nos primeiros cios e nos seguintes param de soltar tanto sangue, é porque nos primeiros cios o corpo delas passa por transformações maiores, já estando mais acostumado nos cios seguintes

Quatro estágios do cio

Proestro - quando se manifesta edema (inchaço) vulvar e descarga vaginal hemorrágica (sangramento), com duração de aproximadamente 9 dias; nesta fase a cadela pode apresentar alterações comportamentais.

Estro - neste período a fêmea se torna receptiva e fértil, permitindo que o macho faça a monta. Na presença do macho, a fêmea expõe sua genitália, colocando a cauda de lado; esta fase do ciclo pode ter uma duração média também de 9 dias;

Diestro - significa o fim do cio, quando a cadela não aceita mais o macho, permanecendo neste estágio por mais ou menos 2 a 3 meses.

Anestro - com duração média de 4 meses, quando a cadela não apresenta praticamente nenhuma alteração de comportamento, fruto da atividade dos hormônios sexuais.

PORQUE O CÃO CHEIRA RABO DO OUTRO?




PORQUE O CACHORRO CHEIRA O RABO DO OUTRO

A ciência ainda não tem uma resposta definitiva para essa pergunta, mas os especialistas supõem que, ao fazer isso, o cachorro está espalhando seus feromônios (hormônios aromáticos com que os animais se comunicam), que são exalados pela região do ânus. "Acreditamos que o animal libera um feromônio de aproximação, dando a entender que aquela pessoa ou cachorro é aceita por ele", afirma a psicobióloga Sílvia Helena Cardoso, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Na região do ânus dos cães há uma glândula de cheiro que identifica cada animal, como uma espécie de impressão digital para os humanos. Esses odores fornecem muitas informações sobre o bicho. Além disso, antes de serem domesticados, os cães identificavam o líder da matilha pelo cheiro do ânus, pois desta forma sabiam se ele estava comendo freqüentemente – e portanto defecando com freqüência – e se estava ingerindo a melhor parte da caça, que possui um cheiro diferenciado e é de propriedade do líder. Quando um cão quer mostrar autoridade, ele levanta o rabo como se tivesse orgulho do cheiro do seu ânus. Por outro lado, um animal submisso age de forma inversa, escondendo a sua cauda.

sábado, 16 de agosto de 2008

GATO TOCA PIANO


CÃO E GATINHO


CÃO GUIA


CÃO MERGULHADOR


CÃO LINDO


Comercial Novo Pedigree


Comercial Pedigree Filhotes